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9 Nov’09: 20 anos da queda do Berliner Mauer, o Muro de Berlim
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Muro de Berlim
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Muro de Berlim (“Berliner Mauer” em alemão) foi uma barreira física, construída pela República Democrática Alemã (Alemanha Oriental) durante a Guerra Fria, que circundava toda a Berlim Ocidental, separando-a da Alemanha Oriental, incluindo Berlim Oriental. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: República Federal da Alemanha (RFA), que era constituído pelos países capitalistas encabeçados pelos Estados Unidos; e República Democrática Alemã (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. Construído na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Este muro provocou a morte a 80 pessoas identificadas, 112 ficaram feridas e milhares aprisionadas nas diversas tentativas de o atravessar.
O Muro de Berlim começou a ser derrubado no dia 9 de Novembro de 1989, acto inicial da reunificação das duas Alemanhas, que formaram finalmente a República Federal da Alemanha, acabando também a divisão do mundo em dois blocos. Muitos apontam este momento também como o fim da Guerra Fria.
O governo de Berlim incentiva a visita do muro derrubado, tendo preparado a reconstrução de trechos do muro. Além da reconstrução de alguns trechos está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido.
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[editar] Construção do muro
Os planos da construção do muro eram um segredo do governo da RDA. Poucas semanas antes da construção, Walter Ulbricht, líder da RDA na época, respondeu assim à pergunta de uma jornalista da Alemanha Ocidental:
Assim, Walter Ulbricht foi o primeiro político a referir-se a um muro, dois meses antes da sua construção.
Os governos ocidentais tinham recebido informações sobre planos drásticos, parcialmente por pessoas de conexão, parcialmente pelos serviços secretos. Sabia-se que Walter Ulbricht havia pedido a Nikita Khrushchov, numa conferência dos Estados do Pacto de Varsóvia, a permissão de bloquear as fronteiras a Berlim Ocidental, incluindo a interrupção de todas as linhas de transporte público.
Depois desta conferência, anunciou-se que os membros do Pacto de Varsóvia intentassem inibir os actos de perturbação na fronteira de Berlim Ocidental, e que propusessem implementar um guarda e controle efectivo. Dia 11 de Agosto, a Volkskammer confirmou os resultados desta conferência, autorizando o conselho dos ministros a tomar as medidas necessárias. O conselho dos ministros decidiu dia 12 de Agosto usar as forças armadas para ocupar a fronteira e instalar gradeamentos fronteiriços.
Na madrugada do dia 13 de Agosto de 1961, as forças armadas bloquearam as conexões de trânsito a Berlim Ocidental. Eram apoiadas por forças soviéticas, preparadas à luta, nos pontos fronteiriços para os sectores ocidentais. Todas as conexões de trânsito ficaram interrompidas no processo (mas, poucos meses depois, linhas metropolitanas passavam pelos túneis orientais, mas não servindo mais as estações fantasma situadas no oriente).
[editar] Reações da Alemanha ocidental
Ainda no mesmo dia, o chanceler da Alemanha ocidental, Konrad Adenauer, dirigiu-se à população pelo rádio, pedindo calma e anunciando reações ainda não definidas a serem implementadas junto com os aliados. Adenauer tinha visitado Berlim havia apenas duas semanas. O Prefeito de Berlim, Willy Brandt, protestou energicamente contra a construção do muro e a divisão da cidade, mas sem sucesso. No dia 16 de Agosto de 1961 houve uma grande manifestação com 300 000 participantes em frente do Schöneberger Rathaus, em Berlim Ocidental, para protestar contra o muro. Brandt participou nessa manifestação. Ainda em 1961, fundou-se em Salzgitter a Zentrale Erfassungsstelle der Landesjustizverwaltungen a fim de documentar violações dos direitos humanos no território da Alemanha Oriental.
[editar] Reações dos aliados
As reações dos Aliados ocidentais vieram com grande demora. Vinte horas depois do começo da construção do muro apareceram as primeiras patrulhas ocidentais na fronteira. Demorou 40 horas para reservar todos os direitos em Berlim ocidental em frente do comandante soviético de Berlim Oriental. Demorou até 72 horas para o protesto ser oficial em Moscou. Por causa desses atrasos sempre circulavam rumores que a União Soviética havia declarado aos aliados ocidentais de não afectar seus direitos em Berlim ocidental. Seguindo as experiências no Bloqueio de Berlim, os Aliados sempre consideravam Berlim ocidental em perigo, e a construção do muro manifestou esta situação.
Reações internacionais, 1961:
- A solução não é muito linda, mas mil vezes melhor do que uma guerra. John F. Kennedy, presidente dos EUA.
- Os alemães orientais param o fluxo de refugiados e desculpam-se com uma cortina de ferro ainda mais densa. Isto não é ilegal. Harold Macmillan, primeiro-ministro britânico.
Contudo, o presidente norte-americano John F. Kennedy apoiou a ideia da cidade libre de Berlim. Mandou forças armadas suplementares e reactivou o general Lucius D. Clay. Dia 19 de Agosto 1961 chegaram em Berlim Clay e o vice-presidente dos EUA, Lyndon B. Johnson. Protestaram fortemente contra o chefe de estado da RDA, Walter Ulbricht, que havia declarado que as polícias popular e fronteiriça da RDA tivessem autoridade de controle sobre policias, oficiais e empregados dos aliados ocidentais. Finalmente até o comandante soviético na RDA mediou pedindo moderação do lado do governo alemão oriental.
Dia 27 de Outubro de 1961 houve uma confrontação perigosa entre tanques dos EUA e soviéticos ao lado do Checkpoint Charlie na rua Friedrich. Dez tanques norte americanos enfrentaram dez tanques soviéticos, mas todos se retiraram no dia seguinte. As duas forças não queriam deixar explodir a guerra fria, com o risco de uma guerra nuclear.
[editar] Trânsito entre Berlim e Alemanha
Havia oito passagens de fronteira entre Berlim Oriental e Ocidental, o que permitia o trânsito de berlinenses ocidentais, alemães ocidentais, estrangeiros ocidentais e funcionários dos Aliados na Berlim Oriental, bem como as visitas de cidadãos da República Democrática Alemã e cidadãos de outros países socialistas na Berlim Ocidental, desde que possuíssem as permissões necessárias. Essas passagens eram restritas às nacionalidades que possuíam autorização para usá-las (alemães do leste, os alemães oeste, berlinenses ocidentais, outros países). A mais famosa foi o ponto de verificação de pedestres na esquina da Friedrichstraße e Zimmerstraße, também conhecida como Checkpoint Charlie, que era limitada aos funcionários dos países Aliados e estrangeiros.
Quatro rodovias ligavam Berlim Ocidental à Alemanha Ocidental, sendo a mais famosa a rodovia Helmstedt, que entrava em território da Alemanha Oriental, entre as cidades de Helmstedt e Marienborn (Checkpoint Alpha), e que entrou em Berlim Ocidental Dreilinden (Checkpoint Bravo) no sudoeste de Berlim. O acesso a Berlim Ocidental também era possível pelo transporte ferroviário (quatro linhas) e de barco através dos canais e rios.
[editar] Queda do Muro
O Muro de Berlim começou a ser derrubado na noite de 9 de Novembro de 1989 depois de 28 anos de existência. O evento é conhecido como a queda do muro. Antes da sua queda, houve grandes manifestações em que, entre outras coisas, se pedia a liberdade de viajar. Além disto, houve um enorme fluxo de refugiados ao Ocidente, pelas embaixadas da RFA, principalmente em Praga e Varsóvia, e pela fronteira recém-aberta entre a Hungria e a Áustria, perto do lago de Neusiedl.
O impulso decisivo para a queda do muro foi um mal-entendido entre o governo da RDA. Na tarde do dia 9 de Novembro houve uma conferência de imprensa, transmitida ao vivo na televisão alemã-oriental. Günter Schabowski, membro do Politburo do SED, anunciou uma decisão do conselho dos ministros de abolir imediatamente e completamente as restrições de viagens ao Oeste. Esta decisão deveria ser publicada só no dia seguinte, para anteriormente informar todas as agências governamentais.
Pouco depois deste anúncio houve notícias sobre a abertura do Muro na rádio e televisão ocidental. Milhares de pessoas marcharam aos postos fronteiriços e pediram a abertura da fronteira. Nesta altura, nem as unidades militares, nem as unidades de controle de passaportes haviam sido instruídas. Por causa da força da multidão, e porque os guardas da fronteira não sabiam o que fazer, a fronteira abriu-se no posto de Bornholmer Strabe, às 23 h, mais tarde em outras partes do centro de Berlim, e na fronteira ocidental. Muitas pessoas viram a abertura da fronteira na televisão e pouco depois marcharam à fronteira. Como muitas pessoas já dormiam quando a fronteira se abriu, na manhã do dia 10 de Novembro havia grandes multidões de pessoas querendo passar pela fronteira.
Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Muitas boates perto do Muro espontaneamente serviram cerveja gratuita, houve uma grande celebração na Rua Kurfürstendamm, e pessoas que nunca se tinham visto antes cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram o muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis aos ocidentais. O Bundestag interrompeu as discussões sobre o orçamento, e os deputados espontaneamente cantaram o hino nacional da Alemanha.
[editar] Vítimas do Muro
Nos 28 anos da existência do Muro morreram muitas pessoas. Não existem números exatos e há indicações muito contraditórias, porque a RDA sistematicamente impedia todas as informações sobre incidentes fronteiriços. No dia 17 de Agosto de 1962, Peter Fechter desangrou no chamado corredor da morte, à vista de jornalistas ocidentais, sendo a primeira vitima. A segunda vítima foi Günter Litfin que foi baleado pela polícia dia 24 de Agosto de 1961 ao tentar escapar perto da estação Friedrichstraße. Em1966, foram mortas duas crianças de 10 e 13 anos. O último incidente fatal ocorreu no dia 8 de março de 1989, oito meses antes da queda, quando Winfried Freudenberg, de 32 anos, morreu na queda de seu balão de gás de fabricação caseira no bairro de Zehlendorf, quando tentava transpor o muro.
Estima-se que na RDA 75 000 pessoas foram acusadas de serem desertores da república. Desertar da república era um crime que, segundo o artigo §213 do código penal da RDA, era punido com até 2 anos de prisão. Pessoas armadas, membros das forças armadas ou pessoas que carregavam segredos nacionais eram mais severamente punidas, se considerado culpado de escape da república, por pelo menos 5 anos de prisão.
Também houve guardas fronteiriços que morreram por causa de incidentes violentos no muro. A vítima mais conhecida era Reinhold Huhn, que foi assassinado por um Fluchthelfer (pessoas que ajudavam cidadãos do Leste a passar a fronteira, ilegalmente). Estes tipos de incidentes eram utilizados pela RDA para a sua propaganda, e para posteriormente justificar a construção do muro de Berlim.
[editar] Processos pelas mortes do muro
Os processos judiciais do Schießbefehl, a respeito de se atirar em todas as pessoas que tentaram cruzar o Muro entre 1961 e 1989, demoraram até o outono de 2004. Entre os responsáveis acusados, estavam o presidente do Conselho de Estado, Erich Honecker, o sucessor dele, Egon Krenz e os membros do Conselho Nacional de Defesa Erich Mielke, Willi Stoph, Heinz Keßler, Fritz Streletz e Hans Albrecht e ainda o presidente regional do partido SED em Suhl. Além disso, foram acusados alguns generais, como o chefe das forças fronteiriças, Klaus-Dieter Baumgarten e vários soldados que eram parte do Exército Popular Nacional (NVA) ou das forças fronteiriças da RDA.
Como resultado dos processos, 11 dos acusados foram condenados à prisão, 44 foram condenados a uma pena, que foi suspensa condicionalmente, 35 acusados foram absolvidos. Entre estes, Albrecht, Streletz e Keßler foram condenados a vários anos de prisão. O último processo acabou dia 9 de Novembro de 2004, exatamente 15 anos depois da derrubada do Muro, com uma sentença condenatória.
[editar] Ver também
- Guerra Fria
- Segunda Guerra Mundial
- Alemanha
- Muro da Cisjordânia
- Muro da Coréia
- Muro fronteiriço Estados Unidos-México
[editar] Ligações externas
- (em português) A Divisão da Alemanha ─ de 1945 a 1989
- (em português) 20 anos da queda do muro de Berlim – Especial da Deutsche Welle Rádio
- (em inglês)(em alemão) Berlin Wall Fotos an More (In German)
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O TEMPO DO FIM
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Te resistirei, serpente sinuosa
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Resistirei a ti, serpente sinuosa Ó tu que sibilas mentiras Tua língua bifurcada está cheia de ódio E tuas escamas produzem só o que é morte Resistirei todos os dias da minha vida Porque teu veneno foi anulado em mim … Continue lendo
Salmo 24 = Quem é o Rei da Glória?
“Ao SENHOR pertence a terra e tudo o que nela se contém, o mundo e os que nele habitam
Levantai, ó portas, as vossas cabeças;
Levantai-vos ó portais eternos
Para que entre o Rei da Glória
Quem é o Rei da Glória?
O SENHOR, forte e poderoso
O SENHOR, poderoso nas batalhas”
Sl 24
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A ressurreição de Jesus [Lc 24.2]

"Filho meu, não te esqueças dos meus ensinos" Pv 3:1
A ressurreição de Jesus foi um ato divino que envolveu as três Pessoas da Divindade (Jo 10.17-18; At 13.30-35; Rm 1.4). Não foi mera restauração do corpo físico desfalecido, tirado da cruz e sepultado. Foi uma transformação da humanidade de Jesus, que o capacitou a aparecer e a desaparecer e mover-se de forma invisível de um lugar para outro (Lc 24.31,36). Foi a renovação criativa do seu corpo, que o tornou agora corpo totalmente glorificado e não mais sujeito à morte (Fp 3.21; Hb 7.16,24). O Filho de Deus, no céu, vive no corpo e através do corpo e assim será para sempre. Em 1Co 15.50-54, Paulo ensina que os cristãos que estiverem vivos na terra no momento em que Jesus voltar passarão por transformação semelhante. Os que morreram em Cristo antes da sua vinda serão transformados do mesmo modo e jamais voltarão a morrer.
O Cristianismo se apóia na certeza da ressurreição de Jesus como fato ocorrido na história. Os Evangelhos têm-na como seu ponto alto, com o túmulo vazio e os aparecimentos do ressurreto, e o Livro de Atos iniste nisso (At 1.3; 2.24-35; 3.15; 4.10; 5.30-32; 13.33;37). Paulo considera a ressurreição como prova indiscutível de que a imagem a respeito de Jesus, como Juiz e Salvadfor, é verdadeira (At 17.31; 1Co 15.1-11,20).
A ressurreição de Jesus demonstrou sua vitória sobre a morte (At 2.24, 1Co 15.54-57), vindicando-o como Justo (Jo 16.10) e revelando sua identidade divina (Rm 1.4). Ela o conduziu à ascenção e ao seu atual Reino celestial. Garante o atual perdão e justificação do crente (Rm 4.25, 1Co 15.17) e é a esperança de vida eterna para o crente em Cristo (Jo 11.25-26; Rm 6; ef 1.18-2.10, Cl 2.9-15; 3.1-4)
Exztraído de A Bíblia de Estudo de Genebra
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I D E e V E N C E I
Não haverá batalha sem vitória
A derrota tu a imporás sobre os teus inimigos
Rei nenhum permanecerá de pé diante de ti
A um príncipe destronarás
E mil outros fugirão de ti
Nem fome, nem peste, nem praga
Nem coisa horrenda alguma verás
Nunca maldição alguma professarás
Porque teu Deus é grande, e reina
Reina com cetro de ferro
Nação nenhuma se porá no teu caminho
Nem blocos de nações te resistirão
Virão as miríades das potestades
E como vierem, mil vezes retornarão
Porque no teu braço escrevestes a lei do SENHOR
E na tua roupa desenhastes os caminhos do Altíssimo
Calar-se-á diante de ti o erudito
Aquele que tem poder nunca te tocará
E o que ousar tirar-te a vida
Será enjaulado
Perfídias dirão a teu respeito
Mas ninguém levantará um dedo contra ti
São mentiras, e toda a terra saberá
Tremerá o gigante quando vir a tua sombra
E ao som da tua voz cairá
Virá o sol e a chuva, reinos desabarão
Povos serão aniquilados, nações serão devastadas
Mas tu permanecerás
Porque teu SENHOR conhece o teu caminho
E tu conheces os caminhos dele
Guerreará o SENHOR as tuas batalhas
E tu te deleitarás nos campos do Altíssimo
Porque grande é o SENHOR teu Deus
Terrível no meio dos povos
E nada lhe escapa aos olhos
Mesmo quando no meio de trevas
Trevas que possam apalpar
Tu te perderes
Virá o SENHOR teu Deus
E com braço forte te socorrerá
Assim tem sido nas gerações passadas
E assim será nas eras vindouras
Porque presente, passado e futuro
Estão diante do SENHOR teu Deus
Como se fossem o mesmo tempo
E ele te salva
Até da morte
Enquanto isso, no inferno…

"Eu os remirei do poder do inferno e os regatarei da morte; onde estão, ó morte, as tuas pragas? Onde está, ó inferno, a tua destruição?" Os 13:14
O que se segue aqui abaixo é uma ilustração do que o teu sacrifício causa.
Tenha paciência, leia todo o texto e tire as suas conclusões.
**************************
No centro das cavernas do inferno. Subitamente uma criatura repulsiva interrompe a pavorosa vida de satã, com uma mensagem urgente.
Lê-se: “Código vermelho”, “Reunião necessária”, Previsões catastróficas”.
Com um profundo aborrecimento satã concorda em reunir-se com seu demônio-chefe.
Esta é a estória deste encontro:
-Você pode entrar!
- Oh, meu senhor satã…
- Seja curto e objetivo.
- Senhor, nós estamos com problemas de proporções catastróficas!
- Onde?
- No Brasil. E encontram-se espalhados em mais de 180 países no mundo. O estrago é imenso!
- Há algo errado com minhas clínicas de aborto?
- Não, senhor, está tudo bem. Nós matamos 4 mil fetos por dia através de, como dizer, remoção cirúrgica.
- Bom! – risos - Há algum problema com meu projecto favorito, violência na mídia?
- Senhor, está impregnado desde os vídeos até os desenhos! Auando as crianças terminam o colegial, elas já viram 70 mil assassinatos!
- Isto é eficiente?
- Senhor, é só ver os jornais!
- Existe algum problema com as minhas falsas religiões?
- Oh, não, senhor. Esta tarefa vai muito bem! Mais de 45 milhões de pessoas acreditam em astrologia!
- Parece que estamos melhorando o padrão!
- Sim, senhor, somente 50 milhões dizem ser nascidos de novo…
- Há algum problema no geral?
- Senhor, estamos em tremendo progresso! Adolescentes descontrolados? A cada ano, um milhão ou mais! Um adolescente comete suicídio a cada 90 minutos. Isto nos trará mais vidas este ano do que a guerra do Iraque.
- Bem, existe algum… – de repende ouve- se uma grande explosão
- O que é isso? - pergunta satnás
- Senhor, esta é a razão de todos demônios estarem de muletas e inquietos…
- O que está acontecendo?
- Senhor, isto é o que eu estava tentando dizer… Este é o nosso problema!
- Somente uma coisa causa hostilidade de tal tamanho…
- Então, senhor, você sabe o que nós estamos enfrentando?
- Sim, é algum daqueles santificados… Comprados pelo sangue do cordeiro, cheios do Espirito Santo…
- De fato… No momento… Eles estão em sacrifício e oração.
- Senhor, eles são uns verdadeiros terrores santos. Eles nos amarram, nos expulsam, eles citam as escrituras como o Filho de Deus. E se o senhor não intervir, nós todos, os demônios, podemos terminar numa manada de porcos!
Senhor, essas são as boas notícias. As más notícias são o objetivo do sacrificio e das orações deles que ameaçam nossa sobrevivência.
- O tema que eles utilizam está causando estragos no império das trevas!
- As más notícias são… senhor, eles estão na fogueira santa.
Ouvem-se gritos. – Eu odeio sacrifício! – diz satanás - Então irei contra eles com perseguições, dificuldades financeiras…
- Senhor, nenhuma arma forjada contra eles prosperará. Isto está na Bíblia também…
- Sim, eu ouvi.
- Então vou desviar a atenção deles para perderem o seu alvo.
- Mas está escrito: “resisti ao diabo e ele fugirá de vós”…
- Obviamente, o inimigo está levando a batalha mais a sério do que nós.
- E isso é muito perigoso, senhor, principalmente para mim.
- É hora de lançar o meu ataque final, o mais cruel de todos! Vou trabalhar na mente deles, vou fazer eles pensarem que não é preciso sacrificar e assim eles ficarão acomodados com a vida que têm.
- Mas, senhor, você sabe o que acontecerá se você fizer isto…
- E o que acontecerá?
- Senhor, o sacrificio e as orações deles serão espadas contra todos nós, e lembrarão também do sacrificio de Jesus na cruz e dos heróis da fé …. e assim mais uma vez vencerão.
Ouve-se um grito desesperador
- Nãooooooooooo!
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