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O Médico dos médicos

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“Porque assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os teus caminhos” (Is 55:9) Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010 “Boa noite a … Continue lendo

A crucificação de Jesus

Segue um esboço hipotético da sequencia dos eventos da crucificação. 

  • Às nove da manhã Jesus chega ao Gólgota. Quando estão a ponto de atravessar suas mãos e pés com pregos, oferecem-lhe vinho misturado com mirra para deixá-lo entorpecido e para embotar o senso de dor. Ele, porém, o recusa
  • Enquanto o pregam na cruz, Jesus diz: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”. Para nós é difícil controlar a ira contra os assassinos, mesmo quando simplesmente lemos a respeito disso. Ele, porém, estava totalmente isento de ressentimentos
  • Suas roupas são divididas entre os soldados. Uma placa com os dizeres “Rei dos judeus” é colocada acima de sua cabeça. Está escrita em três idiomas: hebraico, latim e grego, a fim de que todos possam ler e entender de que crime é acusado
  • Recebe as zombarias, vaias e desprezo dos principais sacerdotes, dos anciãos, dos escribas e dos soldados – uma multidão desumana, brutal, desprezível e de coração empedernido
  • Depois de talvez uma ou duas horas, Jesus diz ao criminoso arrependido: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso”
  • Jesus diz a sua mãe, referindo-se a João: “Aí está o seu filho”. A João ele diz: “Aí está a sua mãe”. Que morte gloriosa! Orou pelos seus assassinos, prometeu o paraíso ao criminoso e providenciou um lar para a sua mãe – sendo esta a sua última ação na terra
  • As trevas caem e duram desde o meio-dia até as três horas da tarde. Suas primeiras três horas na cruz foram marcadas por palavras de misericórdia e de bondade. Agora Jesus entra na etapa final de seu sofrimento pelo pecado humano. É possível que as trevas simbolizem o distanciamento de Deus. Nunca neste mundo poderemos saber o que Jesus sofreu naquelas três horas pavorosas
  • Suas quatro últimas declarações são feitas enquanto está expirando

“Deus meu! Deus meu! Porque me desamparaste?” – Sozinho, nas dores do inferno, a fim de livrar-nos de irmos para lá 

“Tenho sede” – A febre ardente e a sede excruciante acompanhavam normalmente a crucificação. As palavras podem ter sido mais do que isso. Ofereceram-lhe vinagre. Passados os sofrimentos, ele o aceita 

“Está consumado” – Uma exclamação de alívio e alegria triunfantes. Foi rompido o longo reinado do pecado e da morte humanos 

“Pai, nas tuas mãoes entrego o meu espírito” 

  • Um terremoto, a cortina no Templo é rasgada ao meio, os túmulos se abrem
  • O centurião crê. As multidões ficam aflitas
  • Sangue e água fluem do lado de Jesus
  • José e Nicodemos pedem o corpo de Jesus para o sepultamento

E assim a noite cai sobre o crime mais sinistro e hediondo da história. 


Fonte: Manual Bíblico de Halley 

 

“O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir” 1Sm 2:6

Sunday’s coming / O Domingo está chegando

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Todos nós passamos mensagens. Algumas são tão discretas que chegam a ser subliminares. Outras são tão poéticas, tão bem trabalhadas que inundam a nossa alma de uma maneira especial. Ainda outras são tão espirituais que transcendem a barreira do tempo/espaço … Continue lendo

A grandeza de Deus (1Cr 29.11)

"Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade, porque tudo é teu quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força" 1Cr 29:11-12

"Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade, porque tudo é teu quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força" 1Cr 29:11-12

Deus é grande (Dt 7.21; Ne 4.14; Sl 48.1; 86.10; 95.3; 145.3; Dn 9.4), maior que a nossa capacidade de entender. A teologia afirma essa verdade, descrevendo-o como “incompreensível” – não que ele seja irracional ou ilógico, para impedir-nos de seguir os seus pensamentos, absolutamente, mas para dizer-nos que nossas mentes não podem compreendê-lo porque ele é infinito e nós, finitos. As
Escrituras retratam Deus com quem habita não só em trevas densas e impenetráveis, mas também em luz inacessível (Sl 97.2; 1Tm 6.16). Essas duas imagens expressam o mesmo pensamento: nosso Criador está acima de nós, e medi-lo está além do nosso poder.

Deus nos diz na Bíblia que a criação, a providência, a Trindade, a encarnação, a obra regeneradora do Espírito, a união com Cristo em sua morte e ressurreição e a inspiração das Escrituras – para mencionar apenas alguns – são fatos, e nós aceitamos com base na sua palavra, sem saber como tudo isso pode ser. Como criaturas, somos incapazes de compreender plenamente tanto o ser quanto as ações do Criador.

Contudo, assim como seria errado supor que sabemos tudo sobre Deus (e desse modo aprisioná-lo no estojo da nossa própria limitada noção a respeito dele), seria errado também duvidar que o nosso conceito sobre Deus constitua um real conhecimento dele. Uma das consequencias de termos sido feitos à imagem de Deus é que nós somos capazes tanto de conhecer a respeito dele como de conhecer a ele próprio relacionalmente de um modo verdadeiro, embora limitado. Calvino fala de Deus dizendo que ele condescende com as nossas fraquezas e acomoda-se à nossa incapacidade, tanto na inspiração das Escrituras  como na encarnação de seu Filho, com o objetivo de permitir-nos genuína compreensão a seu respeito. Por analogia, a forma e a substância da linguagem dos pais, quando falam com a criança, não se comparam com o pleno conteúdo da mente dos pais, quando se expressam em conversações com outro adulto; porém ainda assim, mesmo com a linguagem infantil, a criança recebe verdadeira informação a respeito dos pais e responde com crescente amor e confiança.

Esta é a razão pela qual o Criador se apresenta para nós antropomorficamente, como tendo rosto (Ex 33.11), ouvidos (Ne 1.6) e olhos (Jó 28.10); ou como tendo pés (Na 1.3), sentando-se sobre um trono (1Rs 22.19), voando nas asas do vento (Sl 18.10) ou combatendo em batalhas (2Cr 32.8; Is 63.1-6). Estas não são descrições daquilo que Deus é em si mesmo, mas daquilo que ele é para nós: o SENHOR transcendente que se relaciona com o seu povo como Pai e Amigo. Deus vem até nós dessa maneira para nos conquistar em amor e confiança, mesmo que, de certo modo, sejamos sempre crianças e entendamos só em parte (1Co 13.12).

Nunca devemos esquecer que o propósito da teologia é a doxologia; estudamos com o objetivo de louvar. O culto será sempre a mais verdadeira expressão de confiança em Deus, e será sempre culto adequado a Deus louvá-lo por ele ser maior do que nossa compreensão.

Fone: A Bíblia de Estudo de Genebra

A prova

A CRIATURA PROVA A EXISTÊNCIA DO CRIADOR

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O meu SENHOR é grande

NEM MESMO A IMPONENTE E A IRRETRATÁVEL HISTÓRIA PODE EXISTIR SE NÃO FOR POR INTERMÉDIO DO MEU SENHOR more about "God provides", posted with vodpod

A batalha espiritual

DE QUAL LADO VOCÊ ESTÁ?
DECIDA-SE

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O TEMPO DO FIM

"Aquele que dá testemunho destas coisas diz: Certamente venho sem demora" Ap 22:20

Estudo sobre o Fim dos
Tempos

ÍNDICE

  • Citações da Bíblia da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil
    (ACF), © 1994, 1995, 1996, 1997. Novo Testamento © 1979-1997.
  • Citações em parênteses e colchetes extraídas e devidamente
    traduzidas a partir da AMPLIFIED BIBLE, Copyright © 1954, 1958,
    1962, 1964, 1965, 1987 by The Lockman Foundation. All rights reserved.
    Used by permission (www.Lockman.org) – detalhes

  1. Linha do Tempo 
  2. Introdução ao Estudo do Fim
    dos Tempos
  3. Quando começa o Fim dos Tempos?
  4. Sinais do tempo do fim
    1. A formação do Estado
      de Israel em 1948 (Ezequiel 37)
    2. Aumento das viagens
      e progresso da ciência (Daniel 12:4)
    3. O sinal do engano
      (Mateus 24)
    4. Guerras e rumores de guerras,
      epidemias e terremotos (Mateus 24)
    5. A grande apostasia
      (1 Timoteo 4:1-4)
    6. O florescimento do
      deserto (Isaías 35, 41 e 43)
    7. Ataque da Rússia e seus
      aliados a Israel (Ezequiel 38 e 39)
    8. A reconstrução do templo judeu em Jerusalém (Mateus 24 e Daniel 11)
    9. A reconstrução da Babilônia (Apocalipse 14, 16 e 18)
    10. Tornados, furacões e alterações
      no clima da Terra (Lucas 21)
  5. A Cronologia do Fim dos Tempos
  6. O Arrebatamento
    1. O que é o Arrebatamento?
    2. Por que o Arrebatamento e
      o Aparecimento Glorioso de Cristo são 2 eventos distintos?
    3. Por que o Arrebatamento ocorre
      ANTES do período de Tribulação?
    4. As posições pré, meso e pós-Tribulacionista para o Arrebatamento
  7. O mapa do período de Tribulação
  8. O Período da Tribulação
    1. O que é a Tribulação?
    2. Por que 7 anos de Tribulação?
    3. A colheita de almas durante
      a Tribulação
    4. A Primeira Metade da Tribulação
      1. O papel da ONU no fim dos tempos
      2. O mundo divido em 10 regiões 
      3. O Julgamento dos Selos
      4. O Julgamento das Trombetas
    5. A Segunda Metade da Tribulação
      1. O centro da economia será a Babilônia
        - economia mundial em crise
      2. A Marca da Besta
      3. A proteção de Deus aos judeus remanescentes de Israel
      4. A Destruição da Babilônia
      5. O Julgamento das Taças
    6. As Bodas do Cordeiro
  9. O Aparecimento Glorioso de Cristo
    1. Os detalhes Aparecimento Glorioso de Jesus Cristo descritos
      na Bíblia
    2. O monte das Oliveiras – onde Jesus aparecerá primeiro
    3. Arrebatamento e Aparecimento Glorioso – dois eventos diferentes
    4. A Batalha de Armagedom
    5. As diferenças entre a Primeira e a Segunda Vinda de Cristo
  10. O Milênio
    1. A Última Revolta de Satanás
  11. O Julgamento do Grande Trono Branco
    1. A Abertura dos Livros e o Julgamento Final
  12. A Eternidade
  13. Personagens do Fim dos Tempos
    1. Satanás
    2. O anticristo
    3. O falso profeta
    4. As duas testemunhas
    5. As 144 mil testemunhas judaicas
  14. Livros recomendados para Estudo do Fim dos Tempos
  15.  

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Te resistirei, serpente sinuosa

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Resistirei a ti, serpente sinuosa Ó tu que sibilas mentiras Tua língua bifurcada está cheia de ódio E tuas escamas produzem só o que é morte Resistirei todos os dias da minha vida Porque teu veneno foi anulado em mim … Continue lendo

That’s my King = Este é o meu Rei

Você conhece o meu SENHOR? Tem intimidade com Ele? Assista este vídeo e depois me diga.
Have you ever known my LORD? Are you attached to him? Watch this vid and tell me afterwards.

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