Galeria

Frio deprimente

Apatia extrema
Conheça os principais sintomas da doença

  • Sensação de cansaço e dificuldade de concentração à tarde
  • Fome acima do normal e ganho de peso
  • Dormir mais do que de costume e ainda sentir sono durante o dia
  • Perda de interesse no trabalho ou em hobbies
  • Falta de energia
  • Afastamento social
  • Sensação de tristeza e irritação

Muito mais séria do que uma simples preguiça do friozinho do lado de fora, a depressão sazonal atinge homens e mulheres mais suscetíveis à pouca luminosidade dos dias de inverno. Pouco comum no Brasil, aparece principalmente entre moradores das regiões mais geladas e extremas do planeta, mas também pode atingir quem mora mais perto da linha do Equador. Embora pequenas alterações de humor sejam normais no inverno, as pessoas que sofrem de depressão sazonal sentem as mudanças de temperatura de forma tão intensa que passam a encontrar problemas significativos no seu cotidiano (veja sintomas no quadro acima).

A doença, também conhecida por transtorno afetivo sazonal (TAS) ou depressão de inverno, é basicamente um desiquilíbrio biológico causado pela ausência de luz, combinada com baixas temperaturas, segundo o psiquiatra José Hamilton Vargas, do Centro de Psiquiatria de Brasília. “No inverno brasileiro, apesar do frio em algumas regiões, nós temos incidência de luz solar.

Diferente das regiões mais próximas aos pólos, por exemplo. Por isso, é uma doença incomum no Brasil, mas pode acontecer”, explica o médico.

De acordo com o serviço nacional de saúde do Reino Unido, o National Health Service (NHS), a cada 50 britânicos um sofre da doença, que afeta duas vezes mais mulheres do que homens. Ainda de acordo com o NHS, a depressão sazonal pode atingir pessoas de qualquer idade, embora seja mais comum entre os que têm de 18 a 30 anos.

Segundo Vargas, o tratamento contra a doença consiste em sessões de fototerapia (modalidade terapêutica onde os pacientes ficam expostos à luz). A luz usada precisa ser muito clara (2.500 lux ou mais) e sem radiação ultravioleta. Para se ter ideia, a iluminação de ambientes internos chega no máximo a 500 lux. “O efeito da fototerapia se dá pelos olhos e não da pele, por isso o paciente deve ficar próximo à luz com os olhos abertos”, explica o especialista. Coordenado por um psiquiatra, o tratamento pode ser combinado com antidepressivos em alguns casos. (T.B.)

Veja mais matérias no jornal Folha Universal

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2 Respostas para “Frio deprimente

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