O meu SENHOR na guerra

Ergueu o meu SENHOR o seu pavilhãoNo dia da guerra veio ELE sobre os meus inimigosSoprou ELE vento e fogoFez ELE do dia uma cortina de densas trevasE teve ELE a noite como sua aliadaTrovejou o meu SENHOR a sua sentençaAté desbaratar todos os seus oponentesNenhum sobrou, nada restouSobejou meu SENHOR os despojosE carregou sobre sua carruagem todas as relíquiasFoi naquele dia de guerra que lutou o meu SENHORVeio ELE com o seu exércitoIncontáveis estrelas, miríades delasVenceu o meu SENHOR sem fazer forçaSomente estendeu ELE o seu cajadoE a sua mão estendeu a ruína aos seus malfeitoresTodos correram dELEQuando eles viram a face do meu SENHORTodos desviaram-se conturbadosO meu SENHOR foi violento contra os seus opositoresUsou ELE de táticas jamais vistasAté que não tiveram mais forçasE caíram diante dELEForam varridos da face da terraNada restou deles que quisesse o abismoSó restos imprestáveisPorque o meu SENHOR é terrívelÉ sobremodo tremendo o meu SENHORO meu SENHOR é senhor pavorosoDemasiadamente poderosoNinguém escapa das suas vistasQuerendo ELE alcançar o que está distanteBasta-lhe estender seus braços eternosE em tudo ELE tocaSe perde, logo ELE achaSe voa para longe, rapidamente ELE encontraTudo lhe está ao alcanceE EE mete medo na própria morteFoge dELE a sepulturaE dELE nasce o que já se dava como morto

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