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Lilith, a primeira esposa de Adão

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Como assim? Isso é uma longa história, que nos leva ao folclore dos hebreus, na era medieval, e antigos relatos mesopotâmicos, tratada como demônio, pois abdicou do Jardim do Éden, insatisfeita com as diferenças sexuais. Na antiga tradição judaica, Lilith … Continuar lendo

A imagem de Deus (Gn 1:27)

"Então formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem tornou-se alma vivente." Gn 2:7

As Escrituras ensinam (Gn 1:26-27; 5:1; 9:6; 1Co 11:7; Tg 3:9) que Deus fez o homem e a mulher à sua própria imagem, assim de que os seres humanos são semelhantes a Deus, como nenhuma outra criatura terrena é. A dignidade especial dos seres humanos está no fato de, como homens e mulheres, poderem refletir e reproduzir – dentro da sua própria condição de criaturas – os santos caminhos de Deus. Os seres humanos foram criados com esse propósito e, num sentido, somos verdadeiros seres humanos na medida em que cumprimos esse propósito.

O que tudo envolve essa imagem de Deus na humanidade não está especificado em Gn 1:26-27, mas o contexto da passagem nos ajuda a defini-lo. O texto de Gn 1:1-25 descreve Deus como sendo pessoal, racional (dotado de inteligência e vontade), criativo, governando o mundo que criou, um ser moralmente admirável (pois tudo o que criou é bom). Assim, a imagem de Deus refletirá essas qualidades. Os versículos 28-30 mostram Deus abençoando os seres humanos que acabara de criar, conferindo-lhes o poder de governar a criação, como seus representantes e delegados. A capacidade humana para comunicar-se e relacionar-se tanto com Deus como com outros seres humanos aparece como outra faceta desta imagem.

Por isso, a imagem de Deus na humanidade, que surgiu no ato criador de Deus, consiste em:

(a) Existência do homem como uma alma ou espírito (Gn 2:7), isto é, como ser pessoal e autoconsciente, com capacidade semelhante a de Deus para conhecer, pensar e agir;

(b) Ser uma criatura moralmente correta – qualidade perdida na queda, porém agora progressivamente restaurada em Cristo (Ef 4:24; Cl 3:10);

(c) Domínio sobre o meio ambiente;

(d) Ser o corpo humano o meio através do qual experimentamos a realidade, nos expressamos e exercemos domínio;

(e) Na capacidade que Deus nos deu para usufruir a vida eterna

A queda deformou a imagem de Deus não só em Adão e Eva, mas em todos os seus descendentes, ou seja, em toda a raça humana. Estruturalmente, conservamos essa imagem no sentido de permanecermos seres humanos, mão não funcionalmente, por sermos agora escravos do pecado, incapazes de usar nossos poderes para espelhar a santidade de Deus. A regeneração começa em nossa vida o processo de restauração da imagem moral de Deus. Porém enquanto não formos inteiramente santificados e glorificados, não podemos refletir, de modo perfeito, a imagem de Deus em nossos pensamentos e ações – como fomos criados para fazer e como o Filho de Deus encarnado refletiu na sua humanidade (Jo 4:34; 5:30; 6:38; 8:29-46)

Fonte: Biblia de Estudo de Genebra

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O Médico dos médicos

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“Porque assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os teus caminhos” (Is 55:9) Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010 “Boa noite a … Continuar lendo

Personagens bíblicos

"Ó SENHOR, quem é como tu entre os deuses?" Ex 15:11

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Evolucionismo x Criacionismo (uma pequena alegoria)

"No princípio, criou Deus os céus e a terra" Gn 1.1

"No princípio, criou Deus os céus e a terra" Gn 1.1

Certo homem de negócios deu a razão pela qual ele sabia que existia um Deus.

Ele tinha estado considerando seriamente a perfeição das estrelas e planetas, seu sistema e ordem. Então ele disse:

– Em nossa fábrica, uma nova operária leva mais ou menos dois dias para aprender a montar as 17 peças de um moedor de carne.

Pode ser que alguns acreditem que esses milhões de mundos, cada um com suas órbitas separadas, perfeitamente equilibradas no espaço tenham se agitado por um bilhão de anos e se organizado maravilhosamente como estão hoje.

Eu sou meramente um fabricante de instrumentos cortantes, mas, uma coisa eu sei: você pode agitar as 17 partes de um moedor de carne em uma tina pelos próximos dezessete bilhões de anos e nunca terá uma máquina de moer carne.

Fonte: Blog Pensando Em Deus

http://apdsji.wordpress.com/

"Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus" Rm 8:14

"Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus" Rm 8:14

A queda [Gn 12.1-3]

"O SENHOR Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça e me faz andar altaneiramente" Hc 3:19

"O SENHOR Deus é a minha fortaleza, e faz os meus pés como os da corça e me faz andar altaneiramente" Hc 3:19

Na Carta aos Romanos, Paulo afirma que toda a humanidade está por natureza sob a culpa e o poder do pecado, sob o reino da morte e sob a inescapável ira de Deus (Rm 1.18-19; 3.9,19; 5.17,21). Ele relaciona a origem desse estado ao pecado de um homem – Adão -, que ele descreve como nosso ancestral comum (At 17.26; Rm 5.12-14; cf. 1Co 15.22). Paulo, como apóstolo, deu sua interpretação autorizada à história registrada em Gn 3, onde encontramos a narrativa da queda, a desobediência humana original, que afastou o homem de Deus e da santidade, e lançou-o no pecado e na perdição. Os principais pontos dessa história, vista pelas lentes da interpretação de Paulo, são:

1. Deus fez do primeiro homem o representante de toda a sua posteridade, exatamente do mesmo modo como faria de Cristo o representante eleito de todos os eleitos de Deus (Rm 5.15-19; cf. 8.29-30; 9.22-26). Em ambos os casos, o representante envolveu aqueles a quem representou nos resultados de sua ação pessoal, quer para o bem (no caso de Cristo), quer para o mal (no caso de Adão). Esse arranjo divinamente estabelecido, pelo qual Adão determinou o destino de seus descendentes, tem sido chamado de a “aliança das obras”, ainda que essa frase não ocorra nas Escrituras.

2. Deus colocou Adão num estado de felicidade e prometeu a ele a sua posteridade confirmá-la nesse estado permanentemente se, nesse estado, Adão mostrasse fidelidade, obedecendo ao mandamento de Deus, não comendo da árvore descrita como a “árvore do conhecimento do bem e do mal” (Gn 2.17). Aparentemente, a questão era se Adão aceitaria Deus determinar o que era bom e mal ou se procuraria decidir isso por si mesmo, independentemente do que Deus lhe tinha dito.

3. Adão, levado por Eva – que por sua vez foi induzida pela serpente (satanás disfarçado, 2Co 11.3, 14; Ap 12.9) – afrontou a Deus comendo do fruto proibido. Como consequencia, primeiro de tudo, a disposição mental não se opõe a Deus e se engrnadece a si mesmo, expressa no pecado de Adão, tornou-se parte dele e da natureza moral que ele transmitiu aos seus descendentes (Gn 6.5; Rm 3.9-20). Em segundo lugar, Adão e Eva foram dominados por um senso de profanação e culpa, que os levou a ter vergonha e medo de Deus – com justificada razão. Em terceiro lugar, eles foram amaldiçoados com expectação de sofrimento e morte e foram expulsos do Éden. Ao mesmo tempo, contudo, Deus começou a mostrar-lhes graça salvadora. Fez para eles vestimenta para cobrir sua nudez e prometeu-lhes que, um dia, a Semente da mulher esmagaria a cabeça da serpente. Essa promessa prenunciou a Cristo.

Ainda que essa história, de certo modo, seja contada em estilo figurado, o Livro de Gênesis pede-nos que a leiamos como história. No Gênesis, Adão está ligado aos patriarcas e, através deles, por genealogia, ao resto da raça humana (caps 5; 10-11), fazendo dele uma parte da história, tanto quanto Abraão, Isaque e Jacó. Todas as principais personalidades do Livro de Gênesis, depois de Adão – exceto José – são mostradas claramente como pecadoras de um modo ou de outro, e a morte de José, como a morte de quase todos os outros na história, é cuidadosamente registrada (Gn 50.22-26). A afirmação de Paulo: “em Adão todos morrem” (1Co 15.22) só torna explícito aquilo que o Gênesis já deixa claramente implícito.

É razoável afirmar que a narrativa da queda sozinha dá uma explicação convincente para a perversão da natureza humana. Pascal disse que a doutrina do pecado original parece uma ofensa à razão, porém, uma vez aceita, dá sentido total à condição humana. Ele estava certo; e a mesma coisa poderia e deveria ser dita a respeito da própria narrativa da queda.

Extraído de Bíblia de Estudo de Genebra