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A Bíblia

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Atual, Autêntica, Confiável por Norbert Lieth Um jovem solicitou ao seu pastor que escrevesse uma dedicatória em sua Bíblia. Um bom versículo já constava na página em branco: “Eu sou o pão da vida.” O pastor apenas acrescentou: “Não o … Continuar lendo

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21 dias de meditação no jejum de Daniel

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Atenção: O entendimento do versículo foi distribuido pela Igreja Universal do Reino de Deus, em seu estudo bíblico para os 21 Dias do Jejum de Daniel, da campanha “Ah, que dia!”. É de total autoria da IURD o entendimento de … Continuar lendo

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Deus, o Criador – Sl 148.5

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“No principio, criou Deus os céus e a terra” (Gn 1.1). Não havia vida preexistente, Deus criou a partir do nada, apenas com o uso de sua voz de comando (o assim chamado fiat divino). Ele deciciu que as coisas … Continuar lendo

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“Pense Nisso” por Max Gheringer

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NOTA: 21 dias sem kuryusthelord

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Srs, À partir deste dia 28/03 até o dia 17/04 estarei me desligando deste blog. Esta é uma situação temporária e reflete o caráter da atual campanha da igreja ao qual participo. Durante estes 21 dias todo o povo em … Continuar lendo

A imagem de Deus (Gn 1:27)

"Então formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem tornou-se alma vivente." Gn 2:7

As Escrituras ensinam (Gn 1:26-27; 5:1; 9:6; 1Co 11:7; Tg 3:9) que Deus fez o homem e a mulher à sua própria imagem, assim de que os seres humanos são semelhantes a Deus, como nenhuma outra criatura terrena é. A dignidade especial dos seres humanos está no fato de, como homens e mulheres, poderem refletir e reproduzir – dentro da sua própria condição de criaturas – os santos caminhos de Deus. Os seres humanos foram criados com esse propósito e, num sentido, somos verdadeiros seres humanos na medida em que cumprimos esse propósito.

O que tudo envolve essa imagem de Deus na humanidade não está especificado em Gn 1:26-27, mas o contexto da passagem nos ajuda a defini-lo. O texto de Gn 1:1-25 descreve Deus como sendo pessoal, racional (dotado de inteligência e vontade), criativo, governando o mundo que criou, um ser moralmente admirável (pois tudo o que criou é bom). Assim, a imagem de Deus refletirá essas qualidades. Os versículos 28-30 mostram Deus abençoando os seres humanos que acabara de criar, conferindo-lhes o poder de governar a criação, como seus representantes e delegados. A capacidade humana para comunicar-se e relacionar-se tanto com Deus como com outros seres humanos aparece como outra faceta desta imagem.

Por isso, a imagem de Deus na humanidade, que surgiu no ato criador de Deus, consiste em:

(a) Existência do homem como uma alma ou espírito (Gn 2:7), isto é, como ser pessoal e autoconsciente, com capacidade semelhante a de Deus para conhecer, pensar e agir;

(b) Ser uma criatura moralmente correta – qualidade perdida na queda, porém agora progressivamente restaurada em Cristo (Ef 4:24; Cl 3:10);

(c) Domínio sobre o meio ambiente;

(d) Ser o corpo humano o meio através do qual experimentamos a realidade, nos expressamos e exercemos domínio;

(e) Na capacidade que Deus nos deu para usufruir a vida eterna

A queda deformou a imagem de Deus não só em Adão e Eva, mas em todos os seus descendentes, ou seja, em toda a raça humana. Estruturalmente, conservamos essa imagem no sentido de permanecermos seres humanos, mão não funcionalmente, por sermos agora escravos do pecado, incapazes de usar nossos poderes para espelhar a santidade de Deus. A regeneração começa em nossa vida o processo de restauração da imagem moral de Deus. Porém enquanto não formos inteiramente santificados e glorificados, não podemos refletir, de modo perfeito, a imagem de Deus em nossos pensamentos e ações – como fomos criados para fazer e como o Filho de Deus encarnado refletiu na sua humanidade (Jo 4:34; 5:30; 6:38; 8:29-46)

Fonte: Biblia de Estudo de Genebra

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O Médico dos médicos

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“Porque assim como o céu é mais alto do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os teus caminhos” (Is 55:9) Mensagem lida na formatura do Curso de Medicina da PUC-PR /2010 “Boa noite a … Continuar lendo

A auto-existência de Deus (Sl 90:2)

"Antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, de eternidade a eternidade, tu és Deus" Sl 90:2

As crianças às vezes perguntam: “Quem fez Deus?”. A reposta mais clara é que Deus nunca precisou ser feito, porque sempre existiu. Ele existe de um modo diferente do nosso: nós existimos de uma forma derivada, finita e frágil, mas nosso Criador existe como eterno, auto-sustentado e necessário. Sua existência é necessária no sentido de que não há possibilidade de ele cessar de existir.

A auto-existência de Deus é uma verdade básica. Na apresentação que faz do “Deus desconhecido” aos atenienses, Paulo explica que o Criador do mundo “nem é servido por mãos humanas, como se de alguma coisa precisasse; pois ele mesmo é quem a todos dá a vida, respiração e tudo mais” (At 17:23-25). O Criador tem vida em si mesmo e tira de si mesmo a energia infindável e de nada necessita. A independente auto-existência de Deus é uma verdade claramente afirmada na Bíblia (Sl 90:1-4; 102:25-27; Is 40:28-31; Jo 5:26; Ap 4:10)

Na teologia muitos erros são resultado da suposição de que as condições e limites de nossa própria existência finita se aplicam a Deus. Na vida de fé, podemos também facilmente empobrecer-nos, se alimentarmos uma idéia limitada e pequena a respeito de Deus. A doutrina da auto-existência de Deus é um anteparo e defesa contra esses erros. O princípio de que só Deus existe por si mesmo o distingue de toda criatura e é o fundamento daquilo que pensamos a respeito dele. Saber que a existência de Deus é independente protege nossa compreensão a respeito da grandeza dele e, portanto, tem claro valor prático para a nossa vida espiritual.

Fonte: A Bíblia de Estudo de Genebra

A crucificação de Jesus

Segue um esboço hipotético da sequencia dos eventos da crucificação. 

  • Às nove da manhã Jesus chega ao Gólgota. Quando estão a ponto de atravessar suas mãos e pés com pregos, oferecem-lhe vinho misturado com mirra para deixá-lo entorpecido e para embotar o senso de dor. Ele, porém, o recusa
  • Enquanto o pregam na cruz, Jesus diz: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo”. Para nós é difícil controlar a ira contra os assassinos, mesmo quando simplesmente lemos a respeito disso. Ele, porém, estava totalmente isento de ressentimentos
  • Suas roupas são divididas entre os soldados. Uma placa com os dizeres “Rei dos judeus” é colocada acima de sua cabeça. Está escrita em três idiomas: hebraico, latim e grego, a fim de que todos possam ler e entender de que crime é acusado
  • Recebe as zombarias, vaias e desprezo dos principais sacerdotes, dos anciãos, dos escribas e dos soldados – uma multidão desumana, brutal, desprezível e de coração empedernido
  • Depois de talvez uma ou duas horas, Jesus diz ao criminoso arrependido: “Eu lhe garanto: Hoje você estará comigo no paraíso”
  • Jesus diz a sua mãe, referindo-se a João: “Aí está o seu filho”. A João ele diz: “Aí está a sua mãe”. Que morte gloriosa! Orou pelos seus assassinos, prometeu o paraíso ao criminoso e providenciou um lar para a sua mãe – sendo esta a sua última ação na terra
  • As trevas caem e duram desde o meio-dia até as três horas da tarde. Suas primeiras três horas na cruz foram marcadas por palavras de misericórdia e de bondade. Agora Jesus entra na etapa final de seu sofrimento pelo pecado humano. É possível que as trevas simbolizem o distanciamento de Deus. Nunca neste mundo poderemos saber o que Jesus sofreu naquelas três horas pavorosas
  • Suas quatro últimas declarações são feitas enquanto está expirando

“Deus meu! Deus meu! Porque me desamparaste?” – Sozinho, nas dores do inferno, a fim de livrar-nos de irmos para lá 

“Tenho sede” – A febre ardente e a sede excruciante acompanhavam normalmente a crucificação. As palavras podem ter sido mais do que isso. Ofereceram-lhe vinagre. Passados os sofrimentos, ele o aceita 

“Está consumado” – Uma exclamação de alívio e alegria triunfantes. Foi rompido o longo reinado do pecado e da morte humanos 

“Pai, nas tuas mãoes entrego o meu espírito” 

  • Um terremoto, a cortina no Templo é rasgada ao meio, os túmulos se abrem
  • O centurião crê. As multidões ficam aflitas
  • Sangue e água fluem do lado de Jesus
  • José e Nicodemos pedem o corpo de Jesus para o sepultamento

E assim a noite cai sobre o crime mais sinistro e hediondo da história. 


Fonte: Manual Bíblico de Halley 

 

“O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz subir” 1Sm 2:6