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A Bíblia

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Atual, Autêntica, Confiável por Norbert Lieth Um jovem solicitou ao seu pastor que escrevesse uma dedicatória em sua Bíblia. Um bom versículo já constava na página em branco: “Eu sou o pão da vida.” O pastor apenas acrescentou: “Não o … Continuar lendo

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21 dias de meditação no jejum de Daniel

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Atenção: O entendimento do versículo foi distribuido pela Igreja Universal do Reino de Deus, em seu estudo bíblico para os 21 Dias do Jejum de Daniel, da campanha “Ah, que dia!”. É de total autoria da IURD o entendimento de … Continuar lendo

A imagem de Deus (Gn 1:27)

"Então formou o SENHOR Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem tornou-se alma vivente." Gn 2:7

As Escrituras ensinam (Gn 1:26-27; 5:1; 9:6; 1Co 11:7; Tg 3:9) que Deus fez o homem e a mulher à sua própria imagem, assim de que os seres humanos são semelhantes a Deus, como nenhuma outra criatura terrena é. A dignidade especial dos seres humanos está no fato de, como homens e mulheres, poderem refletir e reproduzir – dentro da sua própria condição de criaturas – os santos caminhos de Deus. Os seres humanos foram criados com esse propósito e, num sentido, somos verdadeiros seres humanos na medida em que cumprimos esse propósito.

O que tudo envolve essa imagem de Deus na humanidade não está especificado em Gn 1:26-27, mas o contexto da passagem nos ajuda a defini-lo. O texto de Gn 1:1-25 descreve Deus como sendo pessoal, racional (dotado de inteligência e vontade), criativo, governando o mundo que criou, um ser moralmente admirável (pois tudo o que criou é bom). Assim, a imagem de Deus refletirá essas qualidades. Os versículos 28-30 mostram Deus abençoando os seres humanos que acabara de criar, conferindo-lhes o poder de governar a criação, como seus representantes e delegados. A capacidade humana para comunicar-se e relacionar-se tanto com Deus como com outros seres humanos aparece como outra faceta desta imagem.

Por isso, a imagem de Deus na humanidade, que surgiu no ato criador de Deus, consiste em:

(a) Existência do homem como uma alma ou espírito (Gn 2:7), isto é, como ser pessoal e autoconsciente, com capacidade semelhante a de Deus para conhecer, pensar e agir;

(b) Ser uma criatura moralmente correta – qualidade perdida na queda, porém agora progressivamente restaurada em Cristo (Ef 4:24; Cl 3:10);

(c) Domínio sobre o meio ambiente;

(d) Ser o corpo humano o meio através do qual experimentamos a realidade, nos expressamos e exercemos domínio;

(e) Na capacidade que Deus nos deu para usufruir a vida eterna

A queda deformou a imagem de Deus não só em Adão e Eva, mas em todos os seus descendentes, ou seja, em toda a raça humana. Estruturalmente, conservamos essa imagem no sentido de permanecermos seres humanos, mão não funcionalmente, por sermos agora escravos do pecado, incapazes de usar nossos poderes para espelhar a santidade de Deus. A regeneração começa em nossa vida o processo de restauração da imagem moral de Deus. Porém enquanto não formos inteiramente santificados e glorificados, não podemos refletir, de modo perfeito, a imagem de Deus em nossos pensamentos e ações – como fomos criados para fazer e como o Filho de Deus encarnado refletiu na sua humanidade (Jo 4:34; 5:30; 6:38; 8:29-46)

Fonte: Biblia de Estudo de Genebra

A natureza espiritual de Deus (Is 66.1)

"Porque a minha mão fez todas estas coisas, e todas vieram a existir" Is 66:1

“Deus é espírito”, disse Jesus à mulher samaritana que estava junto ao poço (Jo 4.24). Ainda que plenamente pessoal, Deus não vive num corpo nem através de um corpo como nós vivemos e, por isso, não está sujeito aos limites de espaço e tempo. Embora nada do que foi criado possa ser onipresente, Deus, em toda a sua plenitude, stá presente em toda parte, continuamente. Todas as coisas criadas estão limitadas pelo tempo; porém, para Deus, não há “momento presente”, no qual ele esteja encerrado como nós.

Os teólogos referem-se ao fato de Deus não estar sujeito a limites e fronteiras como sendo a sua infinitude e sua imensidade (1Rs 8.27; Is 40.12-26; 66.1). Deus mantém todas as coisas e ele tem todas as coisas em toda parte sempre presentes em sua mente, na relação própria dessas coisas para com o plano de Deus que incluiu tudo e para com o propósito de cada coisa e cada pessoa, em seu universo (Dn 4.34-35; Ef 1.11).

Deus é imutável e invariável. Coisa alguma pode aumentar ou diminuir a perfeição de Deus, e ele não muda para melhor ou para pior. Pelo fato de ele não estar sujeito ao tempo, não sofre mudanças como suas criaturas (2Pe 3.8). Contudo, Deus, em todo o tempo está em plena atividade em seu universo, fazendo com que novas coisas continuem surgindo (Is 42.9; 2Co 5.17; Ap 21.5). Em todas as suas obras, com perfeita consistência, Deus imprime seu perfeito caráter. Fiel ao seu caráter invariável, ele cumprirá toda palavra que falou e os planos que fez (Nm 23.19; Sl 33.11; Ml 3.6; Tg 1.16-18). Sua imutabilidade explica por que, quando as pessoas mudam a sua atitude para com ele, ele muda sua atitude para com elas (Gn 6.5-7; Ex 32.9-14; 1Sm 15.11; Jn 3.10).

A invariabilidade da perfeição de Deus não significa que ele seja impassível ou insensível, mas significa que o que ele sente é assunto de sua própria escolha e está incluído na unidade do seu ser infinito. Deus não é impulsionado por sua reação a acontecimentos ou pela presença de sentimentos que surjam dentro dele. Porém muitos textos das Escrituras representam Deus como tendo emoções, tais como: alegria, tristeza, ira e prazer. É um grande erro esquecer que Deus sente – ainda que necessariamente ele sinta de um modo que transcende a experiência de emoção de um ser finito.

Todos os pensamentos e ações de Deus envolvem a seu ser integral; ele é em si mesmo íntegro, não composto de partes. Esse atributo é denominado de simplicidade. Deus não é distraído, dividido por interesses conflitantes ou forçado a limitar sua atenção. Simultaneamente, ele concentra sua atenção total e integral não apenas em um alvo de cada vez, mas em tudo e em todos onde quer que estejam no tempo e no espaço (cf. Mt 20.29-30).

O Deus que é Espírito deve ser adorado em espírito e em verdade (Jo 4.24). Adorar “em espírito” significa cultuar com um coração renovado pelo Espírito Santo. Rituais, cerimônias ou formalidades devocionais não se constituem adoração real sem um coração anelante, o que o Espírito Santo apenas pode produzir. “Em verdade” significa se basear na revelação de Deus, que culminou na Palavra encarnada, Jesus Cristo, a verdade (Jo 14.6). No Espírito, “perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade”, pouco importando onde estejam (Sl 145.18; cf. Hb 4.14-16). Através da revelação de Cristo, Deus convida criaturas limitadas e pecadoras para que o invoquem, o Deus eterno e imutável, como o seu Deus. Deus comprometeu-se com o seu povo por meio de uma aliança de promessas divinas tão seguras quanto a sua própria fidelidade (Hb 6.17-18)

Fone: A Bíblia de Estudo de Genebra

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“NÓS que aqui estamos por VÓS esperamos”

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“Nós que aqui estamos por vós esperamos” Assim mesmo está escrito bem na entrada de um cemitério na cidade paulista de Paraibuna. E esta é a mais pura verdade, para todos nós. Este é também o título de um documentário … Continuar lendo