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"Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados" Ap 1:5
As sete igrejas do Apocalipse (Ap 1.20-3.22) |
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| Como Jesus se apresenta | Elogio | Crítica | Instrução | Promessa | |
| Éfeso (2.1-7) | Aquele que tem na sua mão as sete estrelas | Rejeita o mal, persevera, é paciente | O amor por Cristo não é mais fervoroso | Faça as obras que fez no início | A árvore da vida |
| Esmirna (2.8-11) | O Primeiro e o Último, o que foi morto e reviveu | Suporta o sofrimento graciosamente | Nenhuma | Seja fiel até a morte | A coroa da vida |
| Pérgamo (2.12-17) | Aquele que tem a espada afiada de dois gumes | Mantém a fé em Cristo | Tolera a imoralidade, a idolatria e heresias | Arrependam-se | O maná escondido e uma pedra com um novo nome |
| Tiatira (2.18-29) | O Filho de Deus, que tem os olhos como chama de fogo e os pés semelhantes ao bronze polido | O amor, o serviço, a fé e a paciência são melhores do que eram no início | Toleram o culto idólatra e a imoralidade | O julgamento está vindo; sejam fiéis | Governarão nações e receberão a estrela da manhã |
| Sárdis (3.1-6) | Aquele que tem os sete Espíritos de Deus e as sete estrelas | Alguns têm sido fiéis | Uma igreja morta | Arrependam-se; fortaleçam o que ainda resta | Os fiéis serão honrados e vestidos de branco |
| Filadélfia (3.7-13) | O santo, o verdadeiro, aquele que tem a chave de Davi | Persevera na fé, obedecem a Cristo, honram o seu nome | Nenhuma | Sejam fiéis | Um lugar na presença de Deus, um novo nome e a Nova Jerusalém |
| Laodicéia (3.14-22) | o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus | Nenhum | Indiferente | Sejam zelosos e arrependam-se | Compartilharão o trono de Cristo |
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"Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçoes e para vos apresentar em exultação, imaculados diante da sua glória" Jd 1:24
Deus é tão grande quanto é imparcial. Se Ele chamasse somente os capacitados deste mundo, Ele não estaria sendo justo, logo deixaria de ser o Deus perfeito que Ele mesmo anuncia ser.
A conclusão a que chegamos, quando nos deparamos com vários relatos bíblicos, é que o Justo chama todos para algum trabalho especial dentro da Sua livre, espontânea e soberana vontade, porém nós é que nos fazemos escolhidos.
“Tome sua posição!” – você entenderá vendo este vídeo, cuja tradução está logo abaixo
Você acha que Deus não pode usá-lo?
Você acha que ele somente usa pessoas grandemente qualificadas?
Então preste bastante atenção:
Moisés nem era um grande orador
Jonas fugiu de Deus
Jacó era mentiroso
Noé bebia
Raabe era uma prostituta
O rei Davi teve um caso extraconjugal
Jeremias era depressivo… e muito!
O rei Salomão era rico em sabedoria mas pobre no estilo de vida
João, o Batista era simplesmente um pobre
Timóteo era muito jovem
Abraão era muito velho
Lázaro estava morto
Sara era estéril
Noemi era uma viúva
Ambos, Gideão e Tomé, duvidaram
Tal e qual a Sara
Pedro sofria de falta de auto-controle
Tiago e João se julgavam corretos
Paulo era “pavio-curto”
Assim como Pedro e Moisés e mais um monte de gente
O exército de Deus não é perfeito
Nem nunca foi
É a marcha dos desqualificados
Tome sua posição!
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"A tribulação produz perseverança; a perseverança, experiência; e a experiência, esperança" Rm 5:4
Todos nós passamos mensagens. Algumas são tão discretas que chegam a ser subliminares. Outras são tão poéticas, tão bem trabalhadas que inundam a nossa alma de uma maneira especial. Ainda outras são tão espirituais que transcendem a barreira do tempo/espaço e nos levam a lugares onde jamais poderíamos ter estado e a momentos que jamais poderíamos ter vivido.
Neste vídeo abaixo, quando o pregador John L.Jefferson exclama: “É sexta-feira, mas o domingo está chegando”, na verdade ele não está falando dos dias da semana. Ele está se referindo a coisas muito mais profundas e práticas do que as letras possam expressar.
Mas enxergar a profunidade da pregação abaixo depende muito nível espiritual de cada um, do quanto somos capazes de enxergar a beleza do conteúdo em detrimento da superficialidade do invólucro.
*** Minha livre tradução ***
O Domingo está chegando
É sexta-feira. Jesus está orando. Pedro está dormindo. Judas está traindo. Mas o Domingo está chegando.
É sexta-feira. Pilatos está lutando. O conselho está conspirando. A multidão está enfurecida. Eles nem sabem que o Domingo está chegando.
É sexta-feira. Os discípulos estão fugindo como ovelhas sem pastor. Maria está chorando. Pedro está negando. Mas o que eles não sabem é que o Domingo está chegando.
É sexta-feira. Os romanos batem no meu Jesus. Eles o machucam. Eles o coroam com os espinhos. Mas eles não sabem que o Domingo está chegando.
É sexta-feira. Posso ver Jesus caminhando até o Calvário, sangrando. Seu corpo todo machucado. Seu espírito está pesado. Mas você percebe que é ainda sexta-feira? O Domingo está chegando.
É sexta-feira. O mundo está ruindo. As pessoas estão pecando. O diabo está gritando.
É sexta-feira. Os soldados prenderam as mãos do meu Salvador no madeiro. Eles prenderam os pés do meu Salvador na cruz. E eles o levantaram ao lado de criminosos.
É sexta-feira. Mas permita-me dizer-lhe algo: o Domingo está chegando!
É sexta-feira. Os discípulos se perguntam: “O que aconteceu com o Rei?”. E os fariseus estão celebrando porque conseguiram o que planejaram. Mas eles não sabem que é ainda sexta-feira. O Domingo está chegando.
É sexta-feira. Eles ergueram a cruz com o corpo de Jesus ali, sozinho. Pode alguém salvá-lO? Sim, é sexta-feira mas o Domingo está chegando.
É sexta-feira. A terra treme. O céu escurece. Meu Rei entrega o espírito.
É sexta-feira. A esperança está perdida. A morte venceu. O pecado conquistou de vez.
É sexta-feira. Jesus está sepultado. O soldado se mantém de guarda. E a pedra foi colocada no sepulcro.
Mas é sexta-feira. É ainda sexta-feira e o Domingo está chegando.
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“Deus é espírito”, disse Jesus à mulher samaritana que estava junto ao poço (Jo 4.24). Ainda que plenamente pessoal, Deus não vive num corpo nem através de um corpo como nós vivemos e, por isso, não está sujeito aos limites de espaço e tempo. Embora nada do que foi criado possa ser onipresente, Deus, em toda a sua plenitude, stá presente em toda parte, continuamente. Todas as coisas criadas estão limitadas pelo tempo; porém, para Deus, não há “momento presente”, no qual ele esteja encerrado como nós.
Os teólogos referem-se ao fato de Deus não estar sujeito a limites e fronteiras como sendo a sua infinitude e sua imensidade (1Rs 8.27; Is 40.12-26; 66.1). Deus mantém todas as coisas e ele tem todas as coisas em toda parte sempre presentes em sua mente, na relação própria dessas coisas para com o plano de Deus que incluiu tudo e para com o propósito de cada coisa e cada pessoa, em seu universo (Dn 4.34-35; Ef 1.11).
Deus é imutável e invariável. Coisa alguma pode aumentar ou diminuir a perfeição de Deus, e ele não muda para melhor ou para pior. Pelo fato de ele não estar sujeito ao tempo, não sofre mudanças como suas criaturas (2Pe 3.8). Contudo, Deus, em todo o tempo está em plena atividade em seu universo, fazendo com que novas coisas continuem surgindo (Is 42.9; 2Co 5.17; Ap 21.5). Em todas as suas obras, com perfeita consistência, Deus imprime seu perfeito caráter. Fiel ao seu caráter invariável, ele cumprirá toda palavra que falou e os planos que fez (Nm 23.19; Sl 33.11; Ml 3.6; Tg 1.16-18). Sua imutabilidade explica por que, quando as pessoas mudam a sua atitude para com ele, ele muda sua atitude para com elas (Gn 6.5-7; Ex 32.9-14; 1Sm 15.11; Jn 3.10).
A invariabilidade da perfeição de Deus não significa que ele seja impassível ou insensível, mas significa que o que ele sente é assunto de sua própria escolha e está incluído na unidade do seu ser infinito. Deus não é impulsionado por sua reação a acontecimentos ou pela presença de sentimentos que surjam dentro dele. Porém muitos textos das Escrituras representam Deus como tendo emoções, tais como: alegria, tristeza, ira e prazer. É um grande erro esquecer que Deus sente – ainda que necessariamente ele sinta de um modo que transcende a experiência de emoção de um ser finito.
Todos os pensamentos e ações de Deus envolvem a seu ser integral; ele é em si mesmo íntegro, não composto de partes. Esse atributo é denominado de simplicidade. Deus não é distraído, dividido por interesses conflitantes ou forçado a limitar sua atenção. Simultaneamente, ele concentra sua atenção total e integral não apenas em um alvo de cada vez, mas em tudo e em todos onde quer que estejam no tempo e no espaço (cf. Mt 20.29-30).
O Deus que é Espírito deve ser adorado em espírito e em verdade (Jo 4.24). Adorar “em espírito” significa cultuar com um coração renovado pelo Espírito Santo. Rituais, cerimônias ou formalidades devocionais não se constituem adoração real sem um coração anelante, o que o Espírito Santo apenas pode produzir. “Em verdade” significa se basear na revelação de Deus, que culminou na Palavra encarnada, Jesus Cristo, a verdade (Jo 14.6). No Espírito, “perto está o SENHOR de todos os que o invocam, de todos os que o invocam em verdade”, pouco importando onde estejam (Sl 145.18; cf. Hb 4.14-16). Através da revelação de Cristo, Deus convida criaturas limitadas e pecadoras para que o invoquem, o Deus eterno e imutável, como o seu Deus. Deus comprometeu-se com o seu povo por meio de uma aliança de promessas divinas tão seguras quanto a sua própria fidelidade (Hb 6.17-18)
Fone: A Bíblia de Estudo de Genebra
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Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia a obra das suas mãos – Sl 19:1
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19/10/2009 por Sara Kelly
Entrevistador Sabatista/Judaizante/Legalista (empolgado): Amado Apóstolo Paulo, qual a sua opinião sobre as maravilhosas revelações dos profetas e visionários que surgiram no século XIX (Ellen White, Iran Edson, Guilherme Miller, etc)?
Apóstolo Paulo: Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho. (Gal 1:6)
Entrevistador S/J/L: Mas o senhor não acredita que todos eles oferecem uma “luz menor” que guia à “luz maior” que é a Bíblia?
Apóstolo Paulo: Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. (Gal 1:8)
Entrevistador S/J/L (com um sorriso amarelo): Mas o senhor não acredita que eles apenas estão ensinando detalhes que não são revelados na própria Bíblia?
Apóstolo Paulo: Assim como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. (Gal 1:9)
Entrevistador S/J/L: err… Mas o senhor não acredita que milhões de pessoas estão sendo “abençoadas” com os ensinamentos destes nossos profetas, além de todas as obras sociais e de ensino e ajuda humanitária? Não seria pecado questionar tudo isso?
Apóstolo Paulo: Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. (Gal 1:10)
Entrevistador S/J/L: Mas apóstolo, o senhor vai me desculpar, nós temos a revelação que o homem precisa, para servir a Deus, guardar o Sábado, abster-se de alimentos impuros, conforme a Lei.
Apóstolo Paulo: Todos aqueles, pois, que são da obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las. (Gál 3:10)
[Obs: Os Sabatistas/Legalistas/Judaizantes se abstêm de guardar todo o conteúdo da lei, guardando apenas partes da lei. Alguns poucos exemplos são (não acender fogo no sábado, não guardar a páscoa e outros rituais e principalmente não aplicar as medidas punitivas que são descritas na lei concernente ao adultério, quebra do sábado e outros, que envolviam até morte por apedrejamento). Ora, se é pra guardar a lei, ou se guarda TODA ela ou não, incluindo as conseqüências descritas na mesma para quem é desobediente.]
Entrevistador S/J/L: Mas apóstolo, Deus não julgará todos aqueles que são obedientes e que, portanto serão aprovados por Jesus para que mereçam a salvação sendo justificados por obedecer aos preceitos da lei?
Apóstolo Paulo: …é evidente que pela lei ninguém será justificado diante de Deus… (Gal 3:11)
Entrevistador S/J/L: Mas como? Por quê?
Apóstolo Paulo: …porque o justo viverá da fé. (Gal 3:11)
Entrevistador S/J/L: Mas apóstolo, o senhor está afirmando que Jesus não quer que guardemos os preceitos da Lei?
Apóstolo Paulo: Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro. (Gal 3:13)
Entrevistador S/J/L: Mas apóstolo, dessa forma o senhor não está destruindo um fundamento de salvação, isto é, a justificação pela lei, para todos aqueles que crêem no sacrifício de Cristo e na graça desta redenção?
Apóstolo Paulo: Não aniquilo a graça de Deus, porque se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu debalde. (Gal 2:21)
Entrevistador S/J/L: Mas… mas… Pra que então foi mostrada a Lei?
Apóstolo Paulo: …para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita… (Gal 3:19)
Entrevistador S/J/L: Mas se é assim a lei, não vai de encontro ao que Deus falou e prometeu?
Apóstolo Paulo: Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar a justiça na verdade, teria sido pela lei. (Gal 3:21)
Entrevistador S/J/L: Mas o que fez a escritura ao mostrar a lei, então?
Apóstolo Paulo: … A Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. (Gal 3:22)
Entrevistador S/J/L: Mas apóstolo, então, pra que serve a lei?
Apóstolo Paulo: … A lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fossemos justificados. (Gal 3:24)
Entrevistador S/J/L: Apóstolo, mas o que o senhor diria aos que guardam a lei? Não estão sendo sinceros para com Deus servindo-o melhor?
Apóstolo Paulo: Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei. Da Graça tendes caído. (Gal 5:4)
Entrevistador S/J/L: Mas estas pessoas não estão sendo o remanescente fiel e verdadeiro?
Apóstolo Paulo: Ó insensatos… Quem vos fascinou para não obedecerdes à verdade… (Gal 3:1)
Entrevistador S/J/L: Como então cumpriremos a lei?
Apóstolo Paulo: …toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo com a ti mesmo. (Gal 5:14)
Entrevistador S/J/L: O senhor está sendo muito duro.
Apóstolo Paulo: Fiz-me acaso vosso inimigo, dizendo a verdade? (Gal 4:16)
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é Dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie.” Efésios 2:8 e 9.
Autor: Miguel Ângelo L. Maciel é ex-Adventista, hoje um salvo pela Graça de Deus pelo Sacrifício do sangue derramado do Senhor Jesus Cristo na cruz do calvário.
Fonte: Blog Pensando em Deus
http://apdsji.wordpress.com/

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"No princípio, criou Deus os céus e a terra" Gn 1.1
Certo homem de negócios deu a razão pela qual ele sabia que existia um Deus.
Ele tinha estado considerando seriamente a perfeição das estrelas e planetas, seu sistema e ordem. Então ele disse:
- Em nossa fábrica, uma nova operária leva mais ou menos dois dias para aprender a montar as 17 peças de um moedor de carne.
Pode ser que alguns acreditem que esses milhões de mundos, cada um com suas órbitas separadas, perfeitamente equilibradas no espaço tenham se agitado por um bilhão de anos e se organizado maravilhosamente como estão hoje.
Eu sou meramente um fabricante de instrumentos cortantes, mas, uma coisa eu sei: você pode agitar as 17 partes de um moedor de carne em uma tina pelos próximos dezessete bilhões de anos e nunca terá uma máquina de moer carne.
Fonte: Blog Pensando Em Deus
http://apdsji.wordpress.com/

"Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus" Rm 8:14
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"Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade, porque tudo é teu quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força" 1Cr 29:11-12
Deus é grande (Dt 7.21; Ne 4.14; Sl 48.1; 86.10; 95.3; 145.3; Dn 9.4), maior que a nossa capacidade de entender. A teologia afirma essa verdade, descrevendo-o como “incompreensível” – não que ele seja irracional ou ilógico, para impedir-nos de seguir os seus pensamentos, absolutamente, mas para dizer-nos que nossas mentes não podem compreendê-lo porque ele é infinito e nós, finitos. As
Escrituras retratam Deus com quem habita não só em trevas densas e impenetráveis, mas também em luz inacessível (Sl 97.2; 1Tm 6.16). Essas duas imagens expressam o mesmo pensamento: nosso Criador está acima de nós, e medi-lo está além do nosso poder.
Deus nos diz na Bíblia que a criação, a providência, a Trindade, a encarnação, a obra regeneradora do Espírito, a união com Cristo em sua morte e ressurreição e a inspiração das Escrituras – para mencionar apenas alguns – são fatos, e nós aceitamos com base na sua palavra, sem saber como tudo isso pode ser. Como criaturas, somos incapazes de compreender plenamente tanto o ser quanto as ações do Criador.
Contudo, assim como seria errado supor que sabemos tudo sobre Deus (e desse modo aprisioná-lo no estojo da nossa própria limitada noção a respeito dele), seria errado também duvidar que o nosso conceito sobre Deus constitua um real conhecimento dele. Uma das consequencias de termos sido feitos à imagem de Deus é que nós somos capazes tanto de conhecer a respeito dele como de conhecer a ele próprio relacionalmente de um modo verdadeiro, embora limitado. Calvino fala de Deus dizendo que ele condescende com as nossas fraquezas e acomoda-se à nossa incapacidade, tanto na inspiração das Escrituras como na encarnação de seu Filho, com o objetivo de permitir-nos genuína compreensão a seu respeito. Por analogia, a forma e a substância da linguagem dos pais, quando falam com a criança, não se comparam com o pleno conteúdo da mente dos pais, quando se expressam em conversações com outro adulto; porém ainda assim, mesmo com a linguagem infantil, a criança recebe verdadeira informação a respeito dos pais e responde com crescente amor e confiança.
Esta é a razão pela qual o Criador se apresenta para nós antropomorficamente, como tendo rosto (Ex 33.11), ouvidos (Ne 1.6) e olhos (Jó 28.10); ou como tendo pés (Na 1.3), sentando-se sobre um trono (1Rs 22.19), voando nas asas do vento (Sl 18.10) ou combatendo em batalhas (2Cr 32.8; Is 63.1-6). Estas não são descrições daquilo que Deus é em si mesmo, mas daquilo que ele é para nós: o SENHOR transcendente que se relaciona com o seu povo como Pai e Amigo. Deus vem até nós dessa maneira para nos conquistar em amor e confiança, mesmo que, de certo modo, sejamos sempre crianças e entendamos só em parte (1Co 13.12).
Nunca devemos esquecer que o propósito da teologia é a doxologia; estudamos com o objetivo de louvar. O culto será sempre a mais verdadeira expressão de confiança em Deus, e será sempre culto adequado a Deus louvá-lo por ele ser maior do que nossa compreensão.
Fone: A Bíblia de Estudo de Genebra
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